Passagem subterrânea[editar | editar código-fonte]
Outra peculiaridade que fazia parte do dia-a-dia da escola era uma passagem subterrânea localizada na calçada da fachada da instituição. O intenso trânsito, ainda que na década de 1930, dificultava a vida dos pedestres que desejavam atravessar a Avenida Rangel Pestana, uma das vias mais movimentadas de São Paulo no início do século XX.[5] Por isso, no dia 24 de setembro de 1938, foi inaugurada a passagem subterrânea ligando os dois lados da via. Apesar de não ter sido adotada em massa, por conta da praticidade de atravessar a via por cima, a passagem reduziu muito o número de acidentes na avenida.[11][12]
Apesar de funcionar bem durante o período da manhã e da tarde, a segurança não se mantinha durante a noite, e diversos casos de assaltos, bem como de pessoas que usavam o local para outro fim que não fosse o de simplesmente chegar ao outro lado da avenida, tornaram-se recorrentes. Dessa maneira, a prefeitura da cidade de São Paulo optou por fechar a passagem na década de 1960,
Romão Puiggari, que deu nome à escola, nasceu em 8 de abril de 1865 na cidade de Vigo, Galícia, Espanha, e iniciou seus estudos em Barcelona. Chegou ao Brasil em 1877, aos 12 anos, e depois de passar por várias cidades do interior, fixou-se na capital.
Trabalhou como caixeiro para poder estudar e formou-se professor, iniciando sua carreira em Mogi Mirim.
Por decreto de 8 de fevereiro de 1895 foi nomeado interinamente para ser professor da Escola Normal Modelo Caetano de Campos.
Foi diretor do Grupo Escolar do Brás durante dois anos.
Morreu em 5 de dezembro de 1904, aos 39 anos. Além de professor, foi prosador e poeta.
Trabalhou como caixeiro para poder estudar e formou-se professor, iniciando sua carreira em Mogi Mirim.
Por decreto de 8 de fevereiro de 1895 foi nomeado interinamente para ser professor da Escola Normal Modelo Caetano de Campos.
Foi diretor do Grupo Escolar do Brás durante dois anos.
Morreu em 5 de dezembro de 1904, aos 39 anos. Além de professor, foi prosador e poeta.
Notícia publicada no Correio Paulistano de seis de dezembro de 1904, d conta que seu corpo foi levado à mão, da rua Maria Antonia 39 para o cemitério da Consolação.
Alunas do terceiro ano primário e a professora Dna.Madalenahistoria: Ano Santo de 1950. Escola Romão Puiggari no Brás, av.Rangel Pestana, terceiro ano primário então


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