sábado, 21 de março de 2020

Curiosidades ...


Passagem subterrânea[editar | editar código-fonte]


Foto da instituição, datada de 1929
Outra peculiaridade que fazia parte do dia-a-dia da escola era uma passagem subterrânea localizada na calçada da fachada da instituição. O intenso trânsito, ainda que na década de 1930, dificultava a vida dos pedestres que desejavam atravessar a Avenida Rangel Pestana, uma das vias mais movimentadas de São Paulo no início do século XX.[5] Por isso, no dia 24 de setembro de 1938, foi inaugurada a passagem subterrânea ligando os dois lados da via. Apesar de não ter sido adotada em massa, por conta da praticidade de atravessar a via por cima, a passagem reduziu muito o número de acidentes na avenida.[11][12]
Apesar de funcionar bem durante o período da manhã e da tarde, a segurança não se mantinha durante a noite, e diversos casos de assaltos, bem como de pessoas que usavam o local para outro fim que não fosse o de simplesmente chegar ao outro lado da avenida, tornaram-se recorrentes. Dessa maneira, a prefeitura da cidade de São Paulo optou por fechar a passagem na década de 1960,
Segundo Neuza Guerreiro de Carvalho, uma das autoras da biografia, os apontamentos históricos do Grupo Escolar do Brás, de 6 de março de 1899, nos informam que o edifício destinado ao Grupo Escolar do Brás foi mandado construir pelo Dr. Bernardino de Campos, quando presidente do Estado de São Paulo, em 1895. Sua planta foi feita pelo engenheiro Ramos de Azevedo e a construção dirigida pelo engenheiro Dr. Pedro de Mello e Souza Júnior. Em 2 de junho de 1898 o edifício foi entregue ao governo e por decreto de oito de agosto de 1898 foi criado o Grupo Escolar do Brás. Instalado em 15 de agosto desse mesmo ano, começou com matrícula de 1031 crianças do bairro. Passou mais tarde a se chamar Grupo Escolar Romão Puiggari.
Romão Puiggari, que deu nome à escola, nasceu em 8 de abril de 1865 na cidade de Vigo, Galícia, Espanha, e iniciou seus estudos em Barcelona. Chegou ao Brasil em 1877, aos 12 anos, e depois de passar por várias cidades do interior, fixou-se na capital.
Trabalhou como caixeiro para poder estudar e formou-se professor, iniciando sua carreira em Mogi Mirim.
Por decreto de 8 de fevereiro de 1895 foi nomeado interinamente para ser professor da Escola Normal Modelo Caetano de Campos.
Foi diretor do Grupo Escolar do Brás durante dois anos.
Morreu em 5 de dezembro de 1904, aos 39 anos. Além de professor, foi prosador e poeta.
Notícia publicada no Correio Paulistano de seis de dezembro de 1904, d conta que seu corpo foi levado à mão, da rua Maria Antonia 39 para o cemitério da Consolação.
Alunas do terceiro ano primário e a professora Dna.Madalena
historia: Ano Santo de 1950. Escola Romão Puiggari no Brás, av.Rangel Pestana, terceiro ano primário então

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